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Ano novo. Esperança que se renova!

Mais um ano se passou. Graças a Deus por suas grandiosas bênçãos em nossas vidas. Só o fato de estarmos compartilhando esse momento é motivo de muita gratidão e, como disse o Salmista: “Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito? ” (Salmo 116.12)


Quando um ano está terminando costumamos fazer uma série de análises das vitórias obtidas, assim como dos fracassos pelos quais passamos e, tanto de um como de outro lado podemos tirar lições preciosas para as nossas vidas, haja vista que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus.


Tenho o costume de fazer, e deixo aqui a sugestão aos que porventura ainda não fazem, no início de cada ano, uma relação ou lista de todas aquelas coisas que pretendo realizar durante o ano, são os meus alvos, e eu trabalho de forma que tenha condição de concretizá-los.


É impressionante que, quando fazemos isso nos surpreendemos com quantos projetos nos propomos a fazer e quantas efetivamente conseguimos realizar. Além do que, isso nos dá um norte em saber que estamos utilizando o nosso tempo e recursos com propósitos bem definidos.


Ainda sobre os alvos, se não o temos o ano novo vai se tornar em apenas mais um ano em que passamos sem propósitos e finalidades, daí a importância de sabermos onde queremos chegar e, a partir daí, envidarmos todos os esforços necessários a fim de que possamos atingir os alvos propostos.


O ano novo é, nada mais nada menos que, um ciclo de dias, semanas e meses que se repetem e nos quais depositamos a esperança de fazermos diferente, após as avaliações realizadas, determinadas ações que julgamos serem mais favoráveis para o bem-estar nosso e de nossos entes queridos.


Ademais, o ano novo traz em si um renovo não só de esperança, mas de expectativas e desejos de mudança, de criatividade, de produção, de prosperidade e, acima de tudo, de melhorarmos como seres humanos, principalmente no que tange aos relacionamentos familiares.


Outro fato importante é que o ano novo também pode ser traduzido em novas oportunidades. Oportunidade de trabalharmos as razões pelas quais os alvos do ano que se encerra não foram alcançados. E, novas oportunidades é o que o SENHOR nos dá, mesmo não sendo merecedores.


Um dos aspectos mais importantes de nos avaliarmos, nós que somos cristãos, é o do quanto eu produzi em termos de boas obras, ou seja, o que foi que eu fiz, com a graça de Deus, para o meu próximo visando a expansão do Reino? Isso não é errado, pois o Apóstolo Paulo, escrevendo a Tito, admoesta-o no seguinte sentido: “Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos. ” (Tito 3.14). O termo “infrutífero” significa estéril, que não tem a capacidade de produzir absolutamente nada. E então?


Por último, algo importante que podemos verificar, é o número de parentes, amigos e conhecidos que já não estão mais conosco, em razão de suas partidas por meio da morte e que por isso devemos ser gratos a Deus por ainda estarmos presentes com os nossos amados, fato este que nos traz muitas alegrias.


Dessa forma, o nosso desejo é que o ano novo, sem nenhum clichê costumeiro, seja verdadeiramente o renascer de novos dias, semanas e meses que venham encher-nos de esperança, mas também de oportunidades de servir ao Nosso SENHOR Jesus Cristo de forma mais significativa, qual seja, amando a Deus em primeiro lugar e ao próximo como a nós mesmos.


E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo. ” (Romanos 15.13)








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