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Enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis

Nas últimas eleições nacionais, ou você votou pelo “todes” ou pelo “todos”; pela morte ou pela vida; pelos 52 gêneros defendidos, ou pelos gêneros binários biológicos; pela censura ou pela liberdade de expressão; pela família moderna ou pela família retrógada formada por um homem e uma mulher; pela ingerência do Estado ou pela liberdade de escolha; pelo aliciamento ideológico ou pela educação acadêmica.


A propósito, nunca houve uma terceira via assim como não há uma terceira escolha no mundo espiritual: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela” (Mateus 7.13). Agora que o Brasil escolheu o “todes” não adianta reclamar. Faça o “M” de Mané e o “P” de perdeu. Esta escolha é irreversível!


Ló, sobrinho de Abraão, não suportou a dissolução dos homens abomináveis de Sodoma e Gomorra. A respeito dele, o apóstolo Pedro disse: “E livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis” (II Pedro 2.7). Ló se cansou da fornicação que dominava a sociedade de seus dias até que veio fogo e enxofre do céu e destruiu “todes” os moradores das duas cidades. Deus também se cansa da promiscuidade sexual, religiosa e política dos homens ímpios e promete limpar a Terra de suas perversidades um dia, mas com um recado solene para quem se diz ser filho dEle: “E não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós, porque fizeram todas estas coisas; portanto fui enfadado deles” (Levítico 20.23).


A pessoa realmente justa não consegue acompanhar os noticiários violentos e manipulativos de uma imprensa vendida – não só pelo dinheiro – mas por uma filosofia hedonista de vida; não consegue ver o dinheiro de seus impostos sendo usado para promover o aborto, a legalização das drogas, o sexo libertino, governos ditatoriais e, mais recentemente, a linguagem neutra de gênero que não encontra respaldo na gramática da língua portuguesa. Enfadonho também é ver idosos, mulheres e crianças sendo chamados de terroristas e levados presos por causa da ação criminosa de alguns poucos. Enquanto isso, nossas casas são assaltadas: só na nossa rua, duas residências foram arrombadas e saqueadas em apenas uma semana, deixando os vizinhos apreensivos e inseguros.


O enfado é tão grande que esta coluna de jornal está, a partir de hoje, se alto cancelando por tempo indeterminado. Não se trata de medo dos poderes constituídos, e não constituídos, que nos ameaçam com o crime de opinião, mas, sim, com a falta de respaldo e de ação por parte do próprio povo de Deus. Onde estão os enfadados com o infanticídio legalizado, com a proliferação das drogas, com a erotização de nossas crianças, com a politização das nossas escolas? Não estão nas igrejas, pois elas estão mais vazias agora que antes dos lockdowns da pandemia. Quem ainda precisa de artigos como este? Na verdade, a maioria das pessoas está saturada com as nossas escritas e até com as nossas pregações online.


Será mais proveitoso escrever e pregar para quem realmente estiver de corpo presente na igreja local em busca de sabedoria e segurança espiritual. Artigos e pregações, à distância, só para evangelizar os perdidos. De resto, chega! Quem não aprendeu até agora, não irá aprender mais: “Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda” (Apocalipse 22.11).


Que Deus tenha misericórdia de nós assim como teve do enfadado Ló!








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