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Contudo...

“Quando vier o Filho do Homem, achará fé na terra?” (Lc 18.8). Tal afirmação de Jesus revela que a vida cristã, no final os tempos, será de muita religiosidade e pouca obediência. Paulo apóstolo diz que os homens irão de mal a pior, enganando e sendo enganados. E os que querem viver piedosamente em Cristo, serão perseguidos (2Tm 3.12-13). 


Contudo, é necessário um prefácio de Arrebatamento na escassez das “ovelhas de boa lã”, assim profetizado pelo salmista: Socorro, Senhor! Porque já não há homens piedosos; desaparecem os fiéis entre os filhos dos homens (Sl 12.1). Confira uma pesquisa publicada no livro Deus Tem Planos Maravilhosos Para a Sua Vida (Ray Comfort). Selecionei alguns itens que revelam “o desaparecimento dos fiéis” e a consequente evolução da apostasia:


49% dos evangélicos acreditam que viver a dois sem se casar não é pecado.

53% dos evangélicos são viciados em pornografia na internet.

30% dos pastores evangélicos são viciados em pornografia.

50% dos crentes não acreditam na existência do diabo.

50% dos evangélicos (pasmem!) acreditam que Jesus tenha pecado em algum ponto.

54% dos crentes acreditam que tudo na Bíblia é relativo.

63% dos evangélicos acreditam que budistas, islâmicos e cristãos oram ao mesmo Deus.

74% dos jovens evangélicos trapaceiam em seus testes na escola.

58% dos evangélicos creem que todas as religiões ensinam as mesmas verdades.

77% dos jovens evangélicos se envolvem em roubos pela Internet ou pirateiam produtos.


Esses são dados oficiais colhidos de várias organizações cristãs, revistas e de institutos de pesquisas nos EUA. Também o Dr. Bill Brigth - da Cruzada Estudantil para Cristo, pouco antes de morrer, alertava para o perigo que aguardava os novos convertidos dentro da igreja, pois a mesma estava perdendo seu padrão de santidade e de temor a Deus” (Fonte Citada).


Tá na boca dos incrédulos dura expressão: “Não mais fazem crentes como antigamente”. Jesus alertou: “E por se multiplicar a iniquidade o amor de muitos esfriará” (Mt 24.12).


Contudo, neste tempo de desesperança, só poucos salvos desfrutarão a esperança do encontro com JESUS nos ares! Tal verdade levará ao avivamento do fim, ou seja, quem “é santo, mais santificado será” (Ap 22.11). É este mover divino que pregamos, bem definido nas palavras do Pr. Ernâni D. Lopes: “(Avivamento) que venha revestir a igreja de alegria e poder para testemunhar; que venha aprofundar a piedade e incitar o quebrantamento; onde o avivamento chega, medra o amor, acabam as divisões, arrancam-se as raízes de amargura, curam-se as feridas e restabelece-se a comunhão” (Avivamento Urgente - pg. 20).


O avivamento começa com forte convicção de pecado e clamor por misericórdia de Deus.

Contudo, é bom lembrar, não há vida cristã vitoriosa sem remoção do pecado (Js 7.6-10). O avivamento veio a Davi, quando, de coração quebrado diante do Senhor, disse: Eu reconheço o meu pecado diante de ti, e a minha iniquidade eu não escondi… e Tu perdoaste a iniquidade do meu pecado. Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te” (Sl 32.5-6). Nascia ali o homem segundo o coração de Deus.


Sim, precisamos, e muito, de um avivamento bíblico. Contudo, sem gritaria e sem descontrole emocional; sem línguas ininteligíveis, sem coreografias e coisas outras ligadas ao misticismo. Queremos, sim, um bíblico Avivamento, “onde ossos secos são transformados em oliveiras verdejantes”. Oliveiras que cantem alegremente: Aviva-nos, Senhor! Oh! Dá-nos teu poder! De santidade, fé e amor, reveste o nosso ser! Aviva-nos, Senhor! Eis nossa petição. Ateia o fogo do alto céu em cada coração! (Hino 171 CC). Selá.

 

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