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Os sonidos do fim

Só não vê e não ouve quem não quer! Guerra Rússia e Ucrânia, Avanço de um Governo Mundial, Perseguição ao Evangelho e etc. O momento me motiva a uma série de escritos sobre Os Sonidos do Fim. Avivamento já, pois o Arrebatamento está próximo!


A Descristianização. “Na Europa, os países mantêm a política de descristianizar, impondo tantas dívidas aos templos que estes têm que ser vendidos e transformados em restaurantes, bares, boates e centros de arte anticristã. Na Inglaterra o filho de Billy Graham foi desconvidado a pregar num evento evangelístico porque posicionou-se contra a união entre homens e homens, recebendo o selo de persona non grata.


Nos Estados Unidos as igrejas se tornaram grandes clubes contemporâneos de fé sem crença, de evangelho sem compromisso e exportam seus sistemas de crescimento comercial religioso, pintando as igrejas de preto” (trecho de um escrito do Pr. Wagner Araújo).


Aqui, um pastor entrevistado num programa de TV, disse que “quebrou o púlpito e pintou a igreja de preto na ausência de seu pai – que pastoreia a igreja há 43 anos. O apresentador perguntou como reagiu o pai quando viu o acontecido? O entrevistado respondeu: “meu pai amou o que foi feito”. É de pasmar!


Hoje, prioriza-se o palco e afasta-se o púlpito. Muita cantoria e nada de doutrina. No momento de pregar cumpre-se a predição de Paulo: “Não suportando a sã doutrina, mas tendo comichões nos ouvidos, se desviarão da verdade… (2a Tm 4:4).


É a chegada de uma geração que não suporta confrontação, negação do ego, tomar a cruz e, etc. Nada, nadinha de Arrebatamento. Sim, sonidos do fim.


Nova Nomenclatura. Palavras como Pecado e Inferno estão cada vez mais escanteadas. Ao pecado, chamam de “defeito comportamental”. Quanto ao Inferno é “simbólico”, dizem. Aliás, há os chamados evangélicos progressistas que se propõem, se eleitos, atualizarem as Escrituras – eliminando textos que condenam o que os tais aprovam. Mais uma predição paulina que diz; “tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela”. Não pode haver comunhão com tal gente (2a Tm 3:5).


Erotização da Infância. Na década de 60, a ideologia comunista enfrentou um problema que em breves palavras foi bem definido por um filósofo marxista: os trabalhadores se aburguesaram. Na Revista O Evangelista de Crianças (abril-junho/2018), Guilherme Scheib já alertava dizendo: “Nos anos 50, o marxista Herbert Marcuse propôs a “liberação sexual” como meio para (…) destruir a família monogâmica tradicional. Ele acreditava na ‘revolução’ por meio da difusão e uma ideologia sexual consistente na inexistência de qualquer restrição a prática sexuais, de qualquer tipo: bestialismo, pedofilia ou necrofilia. Tudo exposto em seu livro Eros e Civilização. Uma proposta de destruição da família monogâmica tradicional…especialmente de crianças e adolescentes, eliminando qualquer restrição moral a práticas sexuais como masturbação ou sexo anal, inclusive o incesto…


‘O ciclo é completado na década de 90 pelas doutrinas de gênero – que propõe a ruptura entre sexo biológico da criança e seu comportamento sexual – e a do gênero neutro – que propõe que até os 10 anos de idade a criança não tem sexo definido, e, portanto, pode ser orientada livremente a comportar-se como homem ou mulher, independente do sexo biológico. A ideologia de gênero, representa profunda violação à dignidade infanto juvenil… Para a perversa ideologia do gênero uma criança travesti é uma ‘conquista’ da civilização moderna” (Erotização da Infância e a Pedofilia – Autor citado).


O Fim vem! Vem o Fim! Voltarei ao assunto, pois os Sonidos do Fim estão acelerados, isto é, se o Arrebatamento ainda não tiver acontecido. Maranata.








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