A salvação pela fé no Messias e a cognição humana
- Edição JA

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Para melhor compreensão deste tema complexo, o conteúdo será dividido em oito (8) pequenos tópicos.
1 - Quando reconhecemos o nosso lamentável estado de pecadores diante do Pai Bendito e confessamos Yeshua como nosso único e suficiente Salvador, somos salvos da condenação eterna.
Confira: “Àquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados.” (Apocalipse 1.5)
2 - Uma vez salvo pelo sangue do Messias, jamais se perde essa salvação, pois ela não é alcançada nem mantida por mero esforço humano.
Confira: “Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão.” (João 10.28)
3 - As boas obras são necessárias para demonstrar, testificar e materializar a fé no Messias que confessamos com a nossa boca.
Confira: “Mas alguém dirá: Você tem fé; eu tenho obras. Mostre-me a sua fé sem obras, e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras.” (Tiago 2.18).
Pelas obras somos salvos? Não. Tiago afirma: “Mostrarei a minha fé pelas obras.” Portanto, as obras não são o meio da salvação, mas a evidência da fé verdadeira no Messias.
4 - A salvação pela fé no Messias não pode ser perdida. Ainda assim, todas as pessoas que estão lendo este artigo já perderam a salvação uma vez. Embora pareçam contraditórias, essas duas afirmações estão corretas e estão em plena harmonia com o ensino da Bíblia.
5 - Lembre-se de que Yeshua disse: “Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam, pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas.” (Mateus 19.14). Quando o leitor era apenas uma criança, ainda não possuía maturidade ou discernimento para distinguir plenamente entre o bem e o mal; portanto, encontrava-se em um estado de inocência diante de Deus.
6 - Quando essa capacidade cognitiva se torna suficiente para compreender o bem e o mal, surge a necessidade de salvação, pois, devido à natureza adâmica, todos nós, nesta fase da vida, acabamos escolhendo o mal.
Confira: “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” (Romanos 3.23)
7 - A capacidade cognitiva de compreender o bem e o mal não está ligada exclusivamente à idade. Logicamente, nenhum bebê de um mês terá capacidade para saber o que é certo ou o que é errado. Porém, tratando-se de crianças superdotadas, o caso é bem diferente.
8 - Diante desses fatos, faço um apelo à razão. Se o leitor já possui discernimento entre a luz e as trevas e ainda não se converteu verdadeiramente ao Messias, está tratando com leviandade algo extremamente sério, que determinará onde passará a eternidade. Shalom Adonai.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Bíblia de estudo Judaica Completa. 4.ed. São Paulo: Vida, 2009.
Bíblia de estudo Nova Versão Transformadora. Ed. Mundo Cristão: Vida, 2016.
Bíblia de estudo MacArthur. 2.Ed. São Paulo: Vida, 2009.
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Rodrigo Miguel Villas Boas do Carmo

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